As doze badaladas, fotografadas
Uma saída atribulada do Porto. Gente agitada e inquieta. Meia hora de desorientação no centro de Braga. A entrada em casa alheia, repleta de caras familiares que já não eram vistas há mais meses do que aqueles que os meus dedos conseguem contar. Um fogo de artifício inesperado e o abraço colectivo da meia noite. Bichos carpinteiros nos pés, responsáveis por quilómetros caminhados dentro da casa amarela. Musica seleccionada, balança corpos desengonçados. Conversas da treta e do coração saltavam sem razão. Os provérbios populares para 2006 e os brindes a tudo e a todos, a horas que já nem sei. A sesta tirada no carro e a alvorada antes do tempo desejado. O Champahne às 10 da madrugada e a primeira "cerejinha" do ano.
Muitas mais fotografias das doze badaladas, podiam ser para aqui atiradas....
Mas nenhuma delas, seria verdadeiramente fiel à pacífica loucura que abraçou a nossa primeira aventura deste ano! ;)
Amor, amor, amor...
A festa foi fabulosa!
Eu posso ter morrido cedo, mas adorei a manhã!!!!
Hehehehehehehe
Beijos gordos
essa fabulosa pacífica loucura... :D
que descrição perfeita...
:)
BEJOS
P.S.
eu não estou tão mal como parece... ;P
P.S.S.
pois....
HA HA HA HA HA HA HA HA
E que grande aventura!!
Pelo caminho tivemos direito a guia e depois na festa, bem aí não era preciso guia para nada com tanta alegria e gente boa!
E o despertar foi genial, entre gargalhadas, berros no quarto ao lado, indumentárias perdidas e as já conhecidas e doces cerejinhas.... bom, tudo bom! Pudera, numa casa amarela tinha de ser!
Alegria, alegria, alegria :)